Ninguém vai lembrar de mim, de Gabriela Soutello | Especial Dia da Visibilidade Lésbica

Autora fala de um livro sobre memórias, desejos dissonantes e fissuras, não necessariamente nesta ordem. Gabriela Soutello escreve desde que pode se lembrar. E desde o início da adolescência, se dedica a explorar a própria escrita e linguagem, por meio dos contos, da literatura e do teatro.  Aos 26 anos, com duas FLIPs na bagagem – primeiro como escritora em aposta e depois como a própria aposta – lança seu

10 autoras lésbicas marginais para você conhecer | Especial #DiaDaVisibilidadeLésbica

Em tempos de barbárie, é preciso contar histórias de esperança, amor e luta. É preciso reinventar as narrativas. Uma das maiores queixas simbólicas do universo LGBTQIA+ é a ausência de referências, em especial quando falamos em literatura. Quando falamos em literatura marginal feita por mulheres lésbicas então, os registros se tornam ainda mais escassos. Muito têm vindo à tona nos últimos anos. No entanto, pedimos à poeta tatiana nascimento e à

Em mês da visibilidade lésbica, poeta, editora e atriz fala sobre conquistas, arte e existência “Nos quiseram invisíveis, mas nós, lésbicas, sempre fomos história”. Esta é uma das muitas frases importantes ditas pela poeta e programadora cultural Bárbara Esmenia, de 33 anos, em entrevista ao Margens, convidada a falar sobre o mês da visibilidade lésbica, cuja data de comemoração é celebrada em 29 de agosto desde 1996 quando foi realizado