ponderações sobre o slam resistência e algo mais por Luiza Romão* talvez hoje, em são paulo, a literatura (através dos slams e saraus) seja um dos movimentos capazes de agregar e mobilizar mais pessoas. estamos nos bares, nas praças, nos terminais e nos trens, nas quebras e nos centros, nas noites e nos amanhãs, com versos engajados, ácidos, sem papas nas línguas. atacamos o status quo, as desigualdades de gênero,

Por *Pollyanna Marques Vaz Em 2006 ao fazer minha primeira leitura de Cada Tridente em seu lugar e Outras Crônicas (Instituto Kuanza, 2006) em um único fôlego, sentada no centro de Goiânia, pensei “então literatura pode ser assim? Escrever pode ser assim? Estas pessoas podem estar nos livros…” Hoje com a chegada de Sobre-viventes! (Pallas, 2016) sexto livro de crônicas e nono livro da escritora, prosadora mineira Cidinha da Silva,

por Marília Rossi* Estive por dois dias acompanhando a gravação de um documentário sobre mulheres poetas na cena independente, marginal e periférica. Documentário este que faz parte do  Margens, da minha amiga jornalista Jéssica Balbino em seu mestrado.‪#‎procuresaber‬ Ela me chamou pra estar junto e o nosso “tamo junto” é bem de verdade. Eis que fizemos as malas e num fim de semana mega quente na capital paulista teve acolhimento,

Mulheres negras trabalhando é muita treta vich por Raquel Almeida* Ao longo dos anos com a efervescência cultural nas periferias tem possibilitado alguns acessos notáveis. Minha vivencia dentro do movimento hip-hop e literário tem mais ou menos de 10 a 12 anos, nessas andanças era muito raro ver mulheres linha de frente das ações, muitas, inclusive eu me contentava com o papel de coadjuvante só pra estar e participar de tudo por