Pode um corpo Gordo ser Anticapitalista?

A Tenda de Livros fará sua primeira transmissão ao vivo e será com tradução.

Convidei ativistas e artistas gordas anticapitalistas do Brasil, Chile, Argentina e México para falarem de suas pesquisas sobre corpo gordo.

Artistas, filósofas, escritoras, pesquisadoras decoloniais e ativistas de movimentos sociais anarquistas, feministas, antiespecista, LGBTTTQ+ e negro de diversas gerações compõem a roda de conversa.

A ideia é trazer vários olhares sobre o corpo gordo sob uma perspectiva anticapitalista.

A atividade é uma pauta em processo já que todas as pessoas convidadas para o debate estarão no Jornal de Borda 09, o último com convidadas. Jornal de Borda é uma publicação de cultura visual que existe desde 2015 , é editada em português e espanhol e cuja realização é da Tenda de Livros.

Ativa o sininho e vem sábado responder conosco:

Pode um corpo gordo ser anticapitalista?

Mais detalhes sobre as pessoas debatedoras:

– Alejandra Labala é performer ativista gorda mexicana que realiza contra-ofensivas visuais para os meios digitais;

– Camila Fontenele é artista e fotógrafa, pesquisa corpo, território, ancestralidade;

– Fernanda Magalhães é artista, fotógrafa, performer, atua a partir das Corpas Gordas e das Diversidades;

– Hailey Kaas é transfeminista, tradutora e escritora, foi uma das responsáveis pela introdução do transfeminismo no Brasil;

– Kono é ativista gorda, sapatona, antiespecista, posporno, escritora. Autora do manifesto gordx e la cerda punk;

– Malu Jimenez é filósofa feminista gorda, doutora em Estudos de Cultura Contemporânea em gordofobia;

– Nicolás Cuello é professor de Historia da Arte e activista da diversidade corporal;

– Paula Mello é fotógrafa, artista visual com formação em filosofia e curadora da ColaAqui! StickHere!;

– Vanessa Joda é fundadora do projeto escola Yoga Para Todos, professora de yoga, militante anti gordofobia e anarcafeminista.

:::::: A mediação da conversa é da artista e pesquisadora Fernanda Grigolin, idealizadora do Jornal de Borda. A tradução é de Cristina Aschar e a produção é de Erico Marmiroli, Paula Monterrey e Pedro Gallego.

:::::: A atividade é parte da Campanha Vem pro Fim do Borda, que iniciou dia 05 de junho Mais detalhes: www.tendadelivros.org/fimdoborda

::::::: Sobre o Jornal de Borda O Jornal de Borda se utiliza do formato jornal para trazer um conteúdo que vai além da informação “atual”. Até agora foram produzidas quase duzentas páginas, divididas em oito edições. Você já se deparou com algum exemplar por aí? Trabalhos de artistas, fac-símiles de jornais de cem anos atrás e textos ensaísticos de historiadores e militantes co-existem em edição. Chamo de jornal por ser um periódico num formato padrão e impresso em uma máquina rotativa de alta tiragem, mas nele não há nenhuma notícia sobre apresentações de música ou exposições de arte. O que há é um conjunto de trabalhos visuais e textuais que se debruça sobre um tema, “Fronteiras e Encruzilhadas” foi um dos temas, por exemplo.

::::::: Vem pro Fim do Borda Em abril iniciamos uma chat conversa por chat, em maio foram realizadas duas lives no Instagram como atividades prévias do Vem pro Fim do Borda e agora é um momento de colocar todas as pessoas que estarão no Borda juntas. O Jornal de Borda se despede em 2020 e você pode fazer parte da nossa história nos apoiando. Siga o Borda no Instagram @jornaldeborda

 

Dia: 06 de junho (sábado)

Horário: 11hs

Onde youtube  Tenda de livros

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