No interior de Minas, publicitária Leila Vilhena cria a “Vitrolaria”, fazendo da sua paixão pelos antigos toca-discos um movimento cultural e um negócio criativo O som da agulha riscando o disco de vinil, soando frequências graves e agudos que escapam ao MP3, é incomparável.  Essa é a afirmação de muitas pessoas que buscam nas vitrolas novas experiências musicais. Um movimento que vai muito além da onda retrô e acessa memórias