Treze coisas que aprendi fazendo o Lá na Laje:  clube do livro sem livro e com autoras negras durante dois anos

Clube foi idealizado no Sesc Pompeia e, mais recentemente, levado ao Sesc Osasco em São Paulo Em 2017, recebi um convite do Sesc Pompeia para montar, junto com as programadoras de lá, um clube do livro. A proposta era unir a minha pesquisa em literatura marginal/periférica a um projeto novo, que fosse um clube do livro para discutir a literatura para  além dos suportes tradicionais. O local também era inusitado:

Chiaroscuro por Matheus Guménin Barreto*  O peso do pássaro morto (2017, Editora Nós) – romance de estreia de Aline Bei – deixa nas mãos do leitor, após a leitura, o peso de algo que ele não sabe muito bem nomear, mas que também lhe parece vagamente familiar após tê-lo apalpado durante mais ou menos 150 páginas de vertiginosas linhas de prosa quebrada. O peso do que não se ouve da

Conheça os livros escritos por mulheres e que inspiraram poetas, escritores, professores, jornalistas e leitores em 2017 “Nós não acreditamos em listas, mas que elas existem, existem”. Por isso, inspirado por listas participativas dos “melhores livros de 2017” como as do Livre Opinião, O Povo e Suplemento Pernambuco, o Margens convidou jornalistas, editores, curadores e poetas para indicarem as três melhores leituras do ano, escritas por mulheres. O levantamento traz