Curso online 'meu corpo, minha biografia'

“Meu corpo, minha biografia”  O quanto nosso corpo é responsável pela nossa história? Como nossos movimentos e nosso corpo influenciam na nossa prática de escrita? Como os corpos aparecem e são tratados na literatura contemporânea? Como os corpos das mulheres são retratados? Como é fazer literatura a partir do corpo? Existe escrita curativa para este ponto de vista? Este curso apresenta formas de lidar com corpos, especialmente os gordos e

FOME: o soco no estômago dado pela escrita da gorda Roxane Gay

Livro de norte-americana reconstrói a biografia do próprio corpo e coloca o dedo na ferida da gordofobia  por Jéssica Balbino* Não tem outro jeito de fazer a resenha do livro FOME: uma autobiografia do (meu) corpo, da Roxane Gay  (Globo Livros, 290 páginas) sem ser de uma forma pessoal. O livro apareceu para mim, na timeline, como tantos outros, mas me chamou a atenção imediatamente: que livro é esse que fala sobre

EP conta com quatro composições da artista paulista que versa sobre violência e padrões estéticos O posicionamento político diante da vida é a marca do EP Pesada, de Anná, lançado neste mês de agosto e que promete sacudir não apenas o corpo com os sambas bem gravados e a voz que é uma das mais encantadoras da música contemporânea, mas também as ideias e a mente, com as várias informações

Dona Jacira e Letícia Brito são convidadas desta quarta-feira para conversa com Jéssica Balbino As narrativas femininas e como elas são construídas estarão em pauta nesta quarta-feira (19) ás 19h no Ciclo Margens, que acontece no Itaú Cultural, no centro de São Paulo e recebe como convidadas a poeta Letícia Brito, que vive no Rio de Janeiro e a bordadeira e contadora de histórias, Jacira Roque de Oliveira, que também

Com ironia, Letícia Brito destaca relação de consumo, machismo e poder ao corpo feminino no clipe “A poesia vai mudar o mundo”. Essa é a frase da poeta e slammer Letícia Brito, de 37 anos, ao encerrar uma entrevista ao Margens, no momento em que faço a preza e pergunto: “há algo que eu não perguntei, mas que você gostaria de dizer?” Pode soar utópico, mas não para uma mãe

Eu nunca fui o estereótipo da beleza. Sempre fui gorda e vivi com tudo que esta palavra pode ser ou significar para um ser humano com um corpo, mas nunca fui burra. Alguns dizem que isso é uma forma de compensar a falta de atributos físicos dentro do patrão estético cultuado. Então, sempre fui gorda, inteligente e durante muito tempo, fui conveniente. Tinha mais amigos do que amigas e com