Treze coisas que aprendi fazendo o Lá na Laje:  clube do livro sem livro e com autoras negras durante dois anos

Clube foi idealizado no Sesc Pompeia e, mais recentemente, levado ao Sesc Osasco em São Paulo Em 2017, recebi um convite do Sesc Pompeia para montar, junto com as programadoras de lá, um clube do livro. A proposta era unir a minha pesquisa em literatura marginal/periférica a um projeto novo, que fosse um clube do livro para discutir a literatura para  além dos suportes tradicionais. O local também era inusitado:

Coletivos organizam passeada contra feminicídios em Poços de Caldas, MG

Ato se deu após morte de garota de 13 anos, assassinada por homem de 61 anos  As mortes de Agatha Nalin Soares de Brito, 13 anos, e Daniele Capelari Plachi, 33, em razão do gênero, mobililizaram coletivos de Poços de Caldas (MG) em uma luta contra o feminicídio. Com a hashtag #chegadefeminicídio, a manifestação começa nas redes sociais e no próximo sábado (8) chega ás ruas, com uma passeada pelas

Ocupa Beauvoir seleciona ilustradoras para exposição multimídia

Trabalhos podem ser enviados até 15 de fevereiro e irão compor a mostra Ocupa Minas A Ocupa Beauvoir, coletivo criada para valorizar a presença das mulheres na literatura, lança, em 2020, uma ação especial: a exposição interativa e itinerante Ocupa Minas, com homenagem a 10 escritoras mineiras em uma exposição inédita. Para começar, está aberta uma convocatória para ilustradoras. As interessadas em participar da seleção podem enviar o portifólio até

Você vai ficar gorda!

Da série “o afeto não altera os fatos” ou “eu gosto de você, mas não me fode”. por Nicole Aun* Dia desses, almoço com amigos/colegas de um dos meus tantos trabalhos, gente querida, falando amenidades. Começamos a conversar sobre a fome na gravidez. Uma das mulheres contou que quando estava grávida e não sabia, tinha muita fome, e rindo, contou que um amigo em comum, de quem eu gosto muito

"Corpos Dissidentes: literatura, voz,  rua e movimento" é tema de curso online

Curso online tem vagas limitadas e e início em fevereiro  Foi vivendo a vida toda em um corpo gordo que descobri como fazer isso na prática e comecei a pesquisar sobre corpos dissidentes. Nestas pesquisas, me surgiram as questões: O quanto nosso corpo é responsável pela nossa história? Como nossos movimentos e nosso corpo influenciam na nossa prática de escrita? Como esses corpos encontram a própria voz, seja nas ruas,