Débora Garcia criou projeto digital para pautar questões femininas nas redes sociais Neste mês de março, em que se comemora o mês da mulher, a poetisa Débora Garcia lançou o projeto “post-it poético”, com trechos de poesias do livro “Coroações – Aurora de poemas”, que trazem reflexões sobre as pautas das mulheres. Com 10 artes desenvolvidas especialmente para a ocasião, a escritora reflete sobre as dificuldades e a força feminina.

No próximo sábado (18), às 16h, na Praça Roosevelt (centro de São Paulo), acontece a roda de conversa “Mulheres escritoras na periferia”, com as jornalistas Jéssica Balbino e Lívia Lima. O debate integra uma série de ações do projeto Resgate, Inclusão e Protagonismo de Mulheres Escritoras, do coletivo #KDmulheres, contemplado pelo edital municipal Redes e Ruas no último ano. Jéssica Balbino e Lívia Lima prometem trazer sua experiência de pesquisa

Poeta fará palestra sobre empoderamento e resistência para mulheres e fará apresentação acompanhada de percussão Para chamar as mulheres atendidas pelo Centro de Referência em Assistência Social (Creas) ao protagonismo das próprias vidas e comunidades, a poeta Débora Garcia faz a palestra “Mulheres: Empoderamento e (r) existência neste próximo dia 9 de março às 4h em Arujá, na região metropolitana de São Paulo. A entrada é gratuita. A atividade, que

Coletivo realizou 15 intervenções durante o primeiro ano e planeja eventos e comemoração para março No próximo dia 12 de março o Sarau das Pretas completa 1 ano e prepara uma agenda com festas e comemorações especiais durante o mês de março em São Paulo (SP). No próximo dia 23 de março haverá uma apresentação comemorativa no Sesc Carmo, com participação do público e microfone aberto. Já no próximo dia

ponderações sobre o slam resistência e algo mais por Luiza Romão* talvez hoje, em são paulo, a literatura (através dos slams e saraus) seja um dos movimentos capazes de agregar e mobilizar mais pessoas. estamos nos bares, nas praças, nos terminais e nos trens, nas quebras e nos centros, nas noites e nos amanhãs, com versos engajados, ácidos, sem papas nas línguas. atacamos o status quo, as desigualdades de gênero,