Poeta é a primeira mulher a vencer a final do campeonato de poesia falada e representar o Brasil na França “Eu  queria ganhar, eu  me dediquei  para isso, eu  tenho  vivido  minha poesia diariamente. Nós mulheres negras merecemos o pódio, ontem  eu  trouxe o  troféu, mas tinha mais do  que o  meu  coração  pulsando  ali  em cima”,  disse Luz Ribeiro, de 28 anos, que desde 2012  frequenta os slams –

Inscrições estão abertas até o próximo dia 16 de dezembro e pagamento de 50% é feito com troca de conhecimentos Imagine fazer um intercâmbio para o Peru ou qualquer outro estado brasileiro e pagar isso com conhecimento? Essa é a proposta do Bagagem – Programa de Apoio ao Intercambista Popular, que até o próximo dia 16 de dezembro recebe propostas de jovens do Rio de Janeiro com idades dentre 18

Esta foi a primeira vez que uma mulher brasileira venceu a competição na Flupp No último domingo (13), a poeta paulistana Mel Duarte foi a vencedora do Rio Poetry Slam, o campeonato de poesia falada que aconteceu na Festa Literária das Periferias (Flupp) na Cidade de Deus – que comemorou 50 anos – no Rio de Janeiro (RJ). Na competição organizada em quatro chaves, em que 16 poetas de diferentes

Filme ‘Pelas Margens’ tem 66 minutos e teve a produção da jornalista Jéssica Balbino, que pesquisa o tema Feito de maneira totalmente independente, o documentário Pelas Margens, que retrata a produção literária feita por mulheres de periferia será exibido na próxima quinta-feira (10) às 20h na tenda Pequenas Epifanias, durante a programação do Festa Literária Internacional das Periferias (Flupp), na Cidade de Deus, no Rio de Janeiro. A entrada é

Poeta de 27 anos lançou neste ano o segundo livro ‘Negra Nua Crua’ e versa sobre etnia, erotismo e problemas sociais O Rio Poetry Slam, o primeiro campeonato de poesia falada internacional do Brasil, ocorre neste ano de 8 a 13 de novembro na Cidade de Deus – que completa 50 anos – durante a Festa Literária Internacional das Periferias (Flupp)  no Rio de Janeiro (RJ) e tem como representante

Protagonismo feminino é destaque na agenda do coletivo em diversas atividades durante o mês Intitulada Pretas em Marcha, a agenda de trabalho do Sarau das Pretas para este mês de novembro chega com diversas atividades que vão desde saraus e marchas até a Balada Literária, em São Paulo (SP). Por ser itinerante e percorrer desde periferias a espaços bem estruturados, o Sarau das Pretas, que surgiu em março deste ano,

Interessados têm a oportunidade de fazer os cursos presenciais ou on-line Mestre em educação e conhecida por escrever sobre o funk brasileiro e apresentar um trabalho sobre o tema nos Estados Unidos, Jaque Conceição aposta em um novo nicho de mercado: cursos segmentados sobre personalidades negras, especialmente as mulheres. Em parceria com o Coletivo Di Jejê, durante o mês de outubro ela oferece dois cursos presenciais de grande relevância para

Parte da programação da Caravana Juventude Viva, mulheres negras percorrem bairros com apresentações artísticas Com percussão e carregado de ancestralidade, o Sarau das Pretas – coletivo formado por artistas negras de São Paulo – percorre de setembro a novembro de 2016 diferentes periferias da cidade São Paulo na Caravana Juventude Viva, organizada pela Coordenadoria de Políticas para a Juventude, ligada à Secretaria de Direitos Humanos e Cidadania. O próximo encontro

O mapeamento das mulheres na literatura marginal/periférica é parte de uma pesquisa de mestrado desenvolvida pela jornalista Jéssica Balbino, por meio do Margens, cujo objetivo é dimensionar, quantificar e estreitas os laços com as mulheres que produzem literatura no Brasil do século XXI. Com a primeira parte do mapeamento foi gerado um banco de dados com informações das mulheres que se automapearam, com respostas sobre localidade, saraus que frequentam e publicações/produções

reportagem

…porque a vida me dói A paixão pelos livros e a vontade de contar histórias foram os elementnos que me fizeram, aos 15 anos, decidir que eu queria ser jornalista. A emoção de ouvir um rap (rythm and poetry) pela primeira vez, acompanhando dos passos sincopados da dança enquanto eu voltava da biblioteca pública do meu bairro – periferia –  definiram meu caminho e quem sou. De lá pra cá: “você não